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Chica do PT e Piau se unem para obterem o poder na Câmara de vereadores

Chica do PT e Piau se unem para obterem o poder na Câmara de vereadores


 Dizem que a política é a arte de desejar o bem comum, mas nem sempre isso é respeitado! Um exemplo são as manobras que ocorrem na cidade de Carinhanha, oeste da Bahia. Foi protocolado na Câmara de vereadores de Carinhanha nesta quarta-feira (23) o pedido de registro de candidatura da chapa petista para a presidência do legislativo no biênio 2021/2022. 

Estranhamente a chapa que é encabeçada por Woshington Alves dos Santos (filho da prefeita) tem como vice-presidente o veterano do grupo de Piau - João Cordeiro do Nascimento (João Galego). Outro apoio do grupo de Piau ao grupo de Chica vem de José Ricardo Pereira da Costa (Ricardinho dos Teclados) que desponta como segundo-secretário na respectiva chapa. 

Essa é, no mínimo, uma das chapas menos ética e menos democrática da história do legislativo, que, por sua vez, buscava uma renovação, mas continua na mesmice. O filho da prefeita o presidente e o maior apoiador, até então líder do atual governo na Câmara João Galego,como vice-presidente. Parece que os dois lados estão unidos por um bem-comum: unirem seus próprios interesses.

A prefeita tem interesse do poder e aprovações através do seu próprio filho como presidente do legislativo e o atual-prefeito, Piau, entre muitos interesses, possui contas a serem aprovadas referentes a exercícios passados, inclusive deste ano. 

A pergunta que fica para a sociedade é simples e objetiva: existe algum interesse no bem da população? Aparentemente o que vemos é mais uma vez os interesses pessoais em detrimento do povo!  

Estabeleça uma proeminência por meio de contribuições regulares.

Estabeleça uma proeminência por meio de contribuições regulares.

De quanto espaço você realmente precisa? Muitas e muitas histórias investigativas são reescritas demais, e são longas demais. Com muita frequência, elas contêm material para mais de uma história, sobre diferentes aspectos da hipótese inicial. Ao invés de publicar uma única história de grande sucesso, considere publicar histórias relacionadas regularmente – em intervalos mais longos do que no caso de uma série, mas não tão longos que o público se esqueça da questão e da sua especialidade. 

Esse é um modo de construir a sua marca pessoal como jornalista, e de construir a marca do meio de comunicação. Seja você mesmo falando, ou então alguma outra pessoa falando por você, certifique-se de que a palavra final é uma palavra verdadeira. 

Muitas investigações são sabotadas pelos seus próprios autores nas linhas finais, ou porque o (a) autor(a) não quer ouvir aquilo que a história está dizendo, ou porque está inconscientemente com medo de dizê-lo. Isso é o seu medo falando; você quer que o alvo lhe perdoe (como disse o grande psicanalista Erich Fromm, algumas pessoas admiravam Hitler porque é muito menos humilhante admirar esse tipo de pessoa do que admitir que ela lhe seja aterrorizante). 



Ou a sua autodúvida pode falar quando você citar uma pessoa muito Sábia e Respeitada que diz, “A vida é cheia de problemas, mas nós, pessoas de boa
vontade e alto nível social, estamos resolvendo-os todos para você”. Infelizmente, você acabou de escrever toda uma história que fala de uma realidade diferente.


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 A tentação do término da história.

A tentação do término da história.

A arte narrativa requer um desfecho satisfatório para uma história – mas infelizmente, os jornalistas
não têm o direito de inventar esse desfecho. Ao invés dele, devemos compor uma finalização. A diferença é significativa. Um desfecho resolve todos os mistérios de uma narrativa. Uma finalização simplesmente demarca o ponto a partir do qual a história deixa de prosseguir. Por um lado, você deve ter o cuidado de resistir à tentação de dar à sua história uma resolução final quando ela não tiver uma. 

Por outro, você deve sugerir o que tal resolução poderia parecer. Ela não precisa ser longa demais. A brilhante exposição da colônia penal francesa da Guiana por Albert Londres terminou com as palavras:

“Eu terminei. O governo deve começar”.Permita que o(a) leitor(a) saiba se alguém tem uma ideia sobre o que deve ser feito. Você pode expor suas próprias ideias, pois se você realizou a investigação apropriadamente, então agora você é um dos especialistas que existem sobre a questão. 

Você pode evocar as pessoas que conseguiram resolver problemas semelhantes e apontar para aquelas que têm a responsabilidade de resolvê-los agora. Um truque que funciona com frequência é permitir que uma fonte, ou alguém que tenha vivenciado a história, fique com a palavra final.
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